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Mostrando postagens de janeiro, 2025

Caderno técnico

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     A produção do caderno técnico foi inspirada em texturas e cores presentes no não-objeto, utilizando do papel paraná e kraft, além da paleta de cores que combina o azul das paredes da peixaria com o amarelo dos conduítes. 

Prova Hertzberger

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Registros da entrega do não objeto espacial

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Performance no local escolhido da EA

https://drive.google.com/file/d/1yM77tFRC-BJ0M9ZaL3xctNJ-0r0URmeY/view?usp=sharing Grupo: Victor Hugo Mariana Costa Eveli Gomes Francisco Ruiz Marina Cunha Anna Luiza Fernandes Favaris Théo Bizarri 

Ideia de não objeto espacial na Escola de Arquitetura

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Local escolhido para não objeto espacial + Rede de implicações

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Grupo: Victor Hugo Mariana Costa Eveli Gomes Francisco Ruiz Marina Cunha Anna Luiza Fernandes Favaris Théo Bizarri   

Não objeto paramétrico

não objeto

Parágrafo sobre o texto "Magia Além da Ignorância"

  O texto “Magia Além da Ignorância” fala sobre o conceito de magia, desafiando a visão reducionista que a associa exclusivamente à superstição. A autora argumenta que a magia não deve ser vista apenas como algo irracional ou primitivo, mas como uma forma de conhecimento que, em determinados contextos, pode transcender as limitações da ciência convencional. Para ela, a magia envolve uma percepção diferenciada do mundo, uma experiência estética e simbólica que busca não apenas controlar o real, mas transformá-lo de maneira subjetiva. O mágico está presente em práticas culturais que lidam com o mistério e o inconsciente, não se limitando ao plano da ignorância, mas sim a uma forma de engajamento profundo com a realidade. Assim, é proposto que a magia pode se tornar uma ferramenta valiosa para repensar a relação entre o homem, o conhecimento e o mundo ao seu redor, desconstruindo a dicotomia entre razão e fantasia.

Storyboard + vídeo não-objeto mágico (final)

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Parágrafo sobre o texto "Teoria do Não-Objeto"

  No texto “Teoria do Não Objeto” é proposto uma reflexão sobre a arte contemporânea, desafiando as concepções tradicionais sobre o que constitui um "objeto" artístico. Gullar argumenta que, além de uma obra com forma e função definidos, a arte moderna transcende a objetividade física e busca, muitas vezes, abolir a separação entre a obra e o espectador. Para ele, o "não-objeto" reflete uma forma de arte que se desvincula da representação e da objetividade convencional, permitindo uma interação mais direta e menos figurativa com seu público. Ao eliminar as fronteiras entre o objeto e o sujeito, a arte se torna uma experiência sensível e transformadora, mais próxima da percepção e da vivência do espectador. Gullar busca com o conceito do não-objeto uma nova maneira de entender a arte como um processo aberto, onde a obra não é o produto final, mas um espaço de múltiplas interpretações e possibilidades, refletindo a dinâmica do próprio ser humano e sua relação com o mu...

Cartaz (final)

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Cartaz individual

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Poster P2P

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Stopmotion

 https://www.youtube.com/watch?v=TX4h6sVO-XU

Storyboard do Stopmotion II (revisado)

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Storyboard do Stop Motion I

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Parágrafo sobre capítulos 7, 8 e 9 de Filosofia da Caixa Preta

  Nos capítulos 7, 8 e 9, Flusser aprofunda a crítica sobre os aparelhos e seus efeitos na subjetividade e na estrutura social. No capítulo 7, “A recepção da fotografia”, ele introduz a ideia de desmaterialização, onde os dispositivos, ao ocultarem seus processos internos, substituem a experiência direta com o mundo físico por uma mediação abstrata de imagens e informações. Esse processo não só altera a percepção da realidade, mas também contribui para a redução da capacidade humana de interagir com o mundo de forma concreta, nos distanciando das próprias condições de existência. No capítulo 8, “O universo fotográfico”, Flusser problematiza a relação entre o saber humano e a máquina, afirmando que, embora as tecnologias expandam as possibilidades de conhecimento, elas também trazem consigo uma alienação intelectual. As máquinas, ao automatizarem o processo de conhecimento, conduzem o ser humano a um papel de mero usuário passivo. No último capítulo, o autor expande a crítica ao des...

Parágrafo sobre capítulos 4, 5 e 6 do livro Filosofia da Caixa Preta

  Nos capítulos 4 a 6 do livro, Flusser aprofunda seu raciocínio em relação ao ser humano e sua interação com os aparelhos. No capítulo 4, “O gesto de fotografar”,  Flusser explora a ideia de que, ao operar uma “caixa preta”, o ser humano passa a ser mediado por ela. Sua ação se torna dependente do funcionamento do aparelho, o que afeta sua liberdade e autonomia. Ele questiona a capacidade do homem de entender e controlar os processos criados, propondo que a compreensão crítica sobre as tecnologias é essencial para evitar alienação. No capítulo 5, “A fotografia”,  o autor introduz a ideia de que a revolução tecnológica atual não se limita apenas a mudanças materiais, mas também abrange a transformação cultural, o pensamento e a comunicação humana, criando novas formas de expressão que desafiam as estruturas tradicionais. No capítulo 6, “A distribuição da fotografia”,  Flusser analisa o processo de transição do homem como ser criativo e pensante para o homem como usuá...

Critica imagem luz e sombra

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 Aluna: Ana Luiza Falcão Freitas A imagem dificulta o entendimento dos métodos utilizados para sua criação, criando como resultado uma composição abstrata e interessante, que desperta a curiosidade do olhar. as formas geométricas sangram para fora do enquadramento e a diferença na intensidade das sombras traz profundidade para a imagem. A qualidade atrapalha a experiência.

Parágrafo sobre capítulos 1, 2 e 3 de Filosofia da Caixa Preta

  No livro, Flusser aborda a relação entre homem e tecnologia, refletindo sobre a transição da sociedade industrial para a sociedade mediada por aparelhos. No capítulo “A Imagem”, Flusser apresenta o conceito de "caixa preta", metáfora usada para descrever os aparelhos que são utilizados sem uma compreensão plena de seu funcionamento, sendo o usuário um funcionário. Ele argumenta que, ao interagir, o homem vive em função do resultado, mas sem compreender seus processos internos. No capítulo 2, “A imagem técnica”, o autor explora a ideia de que, enquanto as máquinas desempenham um papel cada vez mais central em nossas vidas, também nos afastam do pensamento crítico, criando uma alienação em relação ao nosso próprio poder criativo. No terceiro capítulo “O Aparelho”, Flusser aprofunda a análise da “caixa preta” e da revolução digital, destacando como as máquinas não apenas realizam tarefas complexas, mas também influenciam a percepção da sociedade sobre o mundo, as formas de com...